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  • EmiLou

Um dia em Reims, na região do Champanhe. O roteiro perfeito saindo de Paris com dicas

Atualizado: 7 de fev.

No início de setembro nós fomos com uma amiga para Paris, nós já conhecemos Paris muito bem e eu (Lou) já fui à Paris diversas vezes à trabalho, então a intenção da nossa viagem não era conhecer os lugares turísticos de Paris, e sim passear, ou como os franceses dizem, flanar!


Por isso resolvemos incluir algo diferente nessa viagem, resolvemos fazer uma day trip - um bate e volta de Paris até a cidade de Reims, na região do Champanhe. Claro que a região é enorme, e para ser melhor aproveitada recomendamos passar alguns dias por lá e até mesmo alugar um carro para conhecer bem a região. Mas como só tínhamos um dia, perguntei aos meus colegas franceses do trabalho e eles indicaram Reims porque a maioria das grandes casas de champanhe está localizada na cidade. E lá fomos nós!!!


Lembre-se, caso você vá durante o final de semana, como foi o nosso caso, vá no sabado. As casas de champagne fecham aos domingos.



Localização:

Reims é a 12ª maior cidade da França, e fica na região de Grand Est, nordeste da França. Situa-se a leste-nordeste de Paris. Às margens do rio Vesle, um afluente do Aisne, e do canal Marne-Aisne, a cidade está situada em uma região vitivinícola onde o vinho champanhe é produzido. É dominada do sudoeste pela Montagne de Reims.


História de Reims

A tribo gaulesa dos Remi (da qual deriva o nome de Reims) foi conquistada sem dificuldade pelos romanos, e a cidade floresceu sob sua ocupação. No século V, em 498 Clovis, o rei dos francos, foi batizado em Reims pelo bispo Remigius (Rémi), tornando-se o primeiro soberano católico do Ocidente. E em memória desta importante ocasião, Reims foi escolhida para coroar a maioria dos reis franceses, 33 reis foram consagrados lá na catedral da "Cidade da Coroação". Carlos VII, por exemplo, foi coroado ali em 1429, na presença de Joana D'Arc.


A indústria tradicional da lã foi estimulada no século XVII pelo ministro das finanças do rei Luís XIV, Jean-Baptiste Colbert, natural de Reims. Durante a Primeira Guerra Mundial, a cidade foi ocupada brevemente pelos alemães na sua ofensiva de setembro de 1914, e depois de evacuá-la, eles mantiveram os arredorese, de onde submeteram a cidade a bombardeios intermitentes durante os quatro anos seguintes. Na Segunda Guerra Mundial, Reims foi novamente quase completamente destruída, embora a catedral tenha escapado dos danos. O ato de capitulação da Alemanha na Segunda Guerra Mundial foi assinado em Reims, em maio de 1945.


A basílica e abadia de Saint-Rémi, iniciada no século XI, também foi danificada na Primeira Guerra Mundial, mas o seu interior, com nave estreita, coro gótico inicial e janelas do século XII, ainda é impressionante. Um imponente arco triunfal do século III é um dos poucos vestígios da cidade que datam da época romana. A catedral de Notre-Dame e a abadia foram designadas coletivamente como Patrimônio Mundial da UNESCO em 1991.


Reims é um centro administrativo e comercial. Juntamente com Épernay, forma o centro industrial da região vinícola de Champagne. O vinho é armazenado em grandes caves escavadas no calcário que sustenta o distrito. A natureza da pedra macia, no entanto, levou ao colapso de algumas estruturas superficiais nas cavernas, pondo em perigo o património arquitectónico da cidade. As indústrias de engenharia, química e embalagens também são importantes. A cidade abriga a Universidade de Reims, Champagne-Ardenne e um grande centro de conferências. Um aeroporto fica a cerca de 7 km ao norte do centro da cidade. Pop. (1999) 187.206; (estimativa de 2014) 183.042.


Curiosidades de Reims:

  • A história de Reims remonta a mais de dois mil anos. Segundo a lenda, a cidade foi fundada por Remo, irmão de Rômulo, fundador de Roma.

  • Em 17 de julho de 1429, Joana d'Arc conseguiu coroar o Delfim Carlos VII em Reims. Todos os anos, este evento é celebrado durante o Festival Joan.

  • Durante a Primeira Guerra Mundial, a chamada Grande Guerra, 80% da cidade foi destruída. E os habitantes da cidade refugiaram-se nas caves de Champagne. Ali foram criadas escolas e hospitais e desenvolveu-se uma espécie de vida subterrânea. Foram realizados concertos e até uma ópera.

  • Com mais de 20.000 estudantes, Reims é hoje uma importante cidade universitária. A cidade serve como centro de ensino superior desde 1548.

  • Três décadas depois, em 7 de maio de 1945, a rendição nazista em todas as frentes foi oficialmente assinada em Reims.

  • Este património cultural e arquitetónico único valeu-lhe o rótulo de Cidade da Arte e da História.

  • Uma rede de cerca de 120 quilômetros de adegas fica abaixo da cidade. A Catedral de Notre-Dame, a Basílica de Saint-Remi, o Palácio Tau e o Museu da Abadia de Saint-Remi estão todos listados como Patrimônio Mundial da UNESCO.


Um dia em Reims - O roteiro perfeito saindo de Paris

Um dia em Reims pode ser resumido em três palavras: champanhe, coroações e catedrais. Esta encantadora cidade fica a menos de uma hora de Paris, e é a viagem de um dia perfeita para quem quer mergulhar na história enquanto saboreia uma taça do melhor vinho da França. E se você estiver visitando Paris no verão, um dia em Reims é obrigatório!


Então, para te ajudar a planejar sua viagem, montamos o roteiro perfeito para passar um dia em Reims que inclui locais famosos como a Catedral de Reims.


Nós fomos de trem de Paris para Reims (mais informações abaixo de como chegar em Reims). Assim que você sai da estação de trem você pode ir ao posto de informação pegar um mapa da cidade, para se localizar melhor ou fazer como nós usar GPS do telefone e seguir andando até o centro histórico da cidade. É mais ou menos uns 14 minutos andando e o cenário é bem lindo.



Catedral Notre-Dame de Reims

Assim que você chega no centrinho histórico, você dará de cara com um dos monumentos mais emblemáticos da cidade de Reims, que é a catedral. Notre-Dame de Reims, uma das joias da arquitetura gótica, foi tombada como patrimônio mundial pela Unesco em 1991. Todos os anos, a catedral recebe cerca de 1,5 milhão de visitantes. Também é conhecida por possuir nada menos que 2.303 esculturas.


A catedral foi construída sobre as ruínas das antigas termas romanas, este oratório acabou por ser substituído por uma primeira catedral dedicada a Maria.


No início do século IX, Luís, o Piedoso, autorizou a demolição parcial da muralha da cidade para a construção de uma nova catedral. Este edifício, que ficava a norte da atual catedral, foi reconstruído e transformado ao longo dos anos, mas foi incendiado em 1210.


A catedral de Notre-Dame do século XIII, muito danificada durante a Primeira Guerra Mundial, mas admiravelmente restaurada, é considerada uma das mais belas igrejas góticas da França. Embora a sua construção tenha demorado mais de um século, apresenta uma notável unidade de estilo. Possui fachada harmoniosa com estátuas graciosas e expressivas; belos vitrais do século XIII (restaurados); e uma coleção de relicários.

Emi & Lou em frente a catedral de Reims

Interior da Catedral de Reims

A catedral de Reims tem dimensões impressionantes. Alguns dos vitrais originais do século XIII escaparam da destruição; Marc Chagall e Imi Knoebel criaram um novo design para substituir aqueles que foram destruídos.


A restauração do edifício foi possível graças às inúmeras doações privadas, em particular da família Rockefeller.


A catedral é muito impressionante, e definitivamente recomendamos que você reserve um tempo na sua viagem para conhece-la por dentro e não esqueça de dar a volta por trás do altar. LINDO! É uma obra-prima da impressionante arquitetura gótica francesa. É até considerada uma das igrejas mais bonitas da França!


À primeira vista, é fácil perceber porque é que os reis de França foram coroados aqui. O exterior é adornado com esculturas complexas que prendem o olhar. E o interior, o teto se estende até o céu enquanto os vitrais banham o altar com uma luz etérea.


Em 1991, a Catedral de Reims foi nomeada Patrimônio Mundial da UNESCO. Então, se há uma coisa que você deve ver enquanto estiver na cidade, é isso.


miniatura da caterdal de notre dame de Reims encontrada dentro da catedral

Joanna D’arc estátua

A estátua, esculpida no final do século XIX, presta homenagem à icónica Joana D'Arc. Uma figura notável conhecida como guerreira, mística, mártir e santa, ela emergiu como a salvadora de Reims, protegendo a cidade das garras destrutivas do exército inglês. Esta estátua encontra o seu lugar à sombra da mesma catedral que ela defendeu valentemente.

Nascida numa humilde família camponesa, a vida de Joana foi marcada pelo incêndio da sua aldeia pelas forças inglesas, transformando a sua família em refugiados. Este acontecimento traumático alimentou a sua determinação em desafiar os invasores ocupantes. Como figura central na Guerra dos Cem Anos, especialmente durante a Marcha para Reims, as ações de Joana levaram à libertação da Catedral de Reims, um evento importante que facilitou a coroação de Carlos VII como Rei de França.


A representação em bronze de Joana d'Arc em Reims, feita por Paul Dubois, captura sua essência. Com um semblante etéreo e um olhar intenso sobre as torres da catedral, a sua expressão facial sugere o misticismo que definiu a sua vida. No entanto, a estátua também encarna a sua ferocidade, retratando-a à vontade num reino de guerra.


Um dos braços revestidos de aço de Joan está erguido, segurando uma poderosa espada longa, enquanto a outra mão mantém um aperto firme nas rédeas de seu cavalo de guerra. O companheiro equino exala força, suas narinas dilatadas e cascos em movimento transmitem prontidão para entrar em ação.


Sem dúvida, este número está longe de ser aquele que você gostaria de encontrar em uma noite escura, especialmente se você fosse um soldado da Borgonha alinhado com os ingleses em Reims durante 1429. Quando Joana D'Arc e seu formidável exército de 12.000 homens sitiaram cidade, encontrá-la de perto provavelmente teria sido sua última visão antes de sucumbir ao golpe fatal de sua espada longa.


Pra quem tem tempo na viagem, deixaremos aqui opções de passeios, do que visitar em Reims. Nós não visitamos as atrações turísticas abaixo, já que o nosso foco da viagem era visitar as caves do champagne e estávamos com o tempo contado.


Musée de la Reddition (Museu da Rendição)

Pra quem ama as historias da Segunda Guerra Mundial recomendamos visitar o museu da Rendição que fica localizado no antigo quartel-general dos Aliados, o Musée de la Reddition conta a história da rendição alemã no final da Segunda Guerra Mundial.


Você passeará por um museu repleto de fotografias, documentos, uniformes e réplicas de guerra. Há até um pequeno documentário (oferecido em francês e inglês). Inclusive a exposição que todo mundo comenta é a‘sala de mapas’. As paredes do museu, são cobertas nos mapas estratégicos originais dos Aliados. E você visita a sala onde a Alemanha nazista se rendeu em 7 de maio de 1945.


O Portão de Marte

La Porte de Mars é um dos quatro portões que serviram de entrada para Reims durante a era romana. Data do século III e é considerado o arco mais largo já construído pelos romanos.


Este portão maravilhoso fica na entrada norte dos Passeios Les Hautes. Então, se você vai passar um dia em Reims, por que não passar por lá, apreciar a paisagem e aprender um pouco de história?


A Basílica de Saint-Rémi

A basílica de Saint-Rémi é a segunda igreja mais famosa de Reims depois da catedral. Na verdade, fica no local onde Saint-Rémi foi enterrado.


Diz a lenda que Saint-Rémi ungiu Clóvis com um óleo milagroso – São Chremen – quando o batizou. Seu túmulo logo se tornou um local de peregrinação e uma abadia beneditina foi construída em torno dele.


No entanto, sabemos que o Arcebispo Hincmar “inventou” a Santa Ampola – o frasco que contém o São Cremen – para a coroação de Luís, o Piedoso, a fim de atrair multidões à igreja. A Santa Ampola foi usada para todas as coroações reais a partir de então.


A abadia tornou-se depositária das relíquias de Saint-Rémi e da Santa Ampola. A igreja foi reconstruída no século XI e foi o maior edifício românico da sua época. O católico Luís XIII iniciou uma segunda tradição que durou até a revolução. Uma vez coroados na catedral, os reis franceses dirigiram-se em grande procissão militar até à Igreja de Saint-Rémi, onde afirmaram o seu papel de defensores da igreja.


A abadia foi reconstruída no século XVIII, mas fechou durante a Revolução. Embora danificada pelos bombardeios da Primeira Guerra Mundial, a igreja só foi restaurada na década de 1950.


Café de Palais

Antes de começarmos explorar as caves de champanhe em Reims, resolvamos almoçar no café de Palais, um lugar muito bem recomendado.


O restaurante parece um pequeno museu bem perto da catedral de Reims e a comida estava deliciosa.


Visitas as caves de champanhe

Como a cidade é pequena o suficiente, nos fizemos tudo a pé, mas, se preferir, há bastante transporte público. É como as cidades da Alsácia, sem as casas em enxaimel.




  • Champagne Pommery: as casas de champanhe da Disneylândia de Reims

A Pommery não é um típico passeio de champanhe em Reims. Suas vastas cavernas não servem apenas para armazenar garrafas de champanhe em fermentação. São também espaços para instalações de som e luz. O que você perde em informações sobre os meandros da produção de champanhe, você ganha em uma experiência multissensorial.


Nós reservamos um tour guiado, pagamos EUR 30 por cada ingresso e não nos arrependemos, o guia foi super atencioso e fazia até piada. E claro que no fim do tour, você tem direito a uma degustação de champanhe - DELÍCIA!!


  • Taittinger

Quando visitamos Reims em Setembro de 2023, a adega Taittinger na Place Saint Nicaise estava fechada, os passeios pelas adegas não estavam disponíveis. Como alternativa, eles oferecem experiências de degustação no Demeure des Comtes de Champagne, no centro de Reims. Mas preferimos não ir.


  • Veuve Clicquot: É tudo sobre a Viúva Clicquot (e a cor amarela)

A história de vida da formidável Mme Clicquot, a titular Veuve (Viúva) Clicquot, é o fio narrativo que percorre este passeio pela adega de uma hora.


Ela era uma senhora. Entre suas reivindicações de fama estão a produção do primeiro champanhe vintage em 1810 e a invenção da mesa basculante. Antes da mecanização na década de 1970, esta engenhoca persuadia o fermento residual da segunda fermentação para o gargalo da garrafa de champanhe.


Fundada em 1772, a Veuve Clicquot possui 24 km de crayères, a mais extensa rede de cavernas de Reims e a segunda maior da região de Champagne. Essas cavernas também funcionam como espaço museológico e abrigam uma instalação incomum.


As três variedades de uvas utilizadas no champanhe Yellow Label exclusivo da casa – Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier – são projetadas na parede da caverna. Ao mesmo tempo, uma máquina escondida exala o odor da uva, tendo o aroma do Selo Amarelo como grande final.


Antes de marcar o nosso tour nós fizemos várias pesquisas e descobrimos que as resenhas desse tour eram a menos atraente das excursões de champanhe em Reims. Então preferimos não fazer o tour mas passar na lojinha da cave para comprar um champanhe. Você pode. visitar a sede da casa com acesso a loja que vende a coleção completa da marca. Compramos uma garrafa de champanhe rose dentro de uma caixinha personalizada do Rio de Janeiro.


Caso você queira muito fazer o tour deles, compre seus ingressos com muita antecedência, eles costumam esgotar logo.


Dicas para visitar as casas de champanhe de Reims

Você precisa reservar com antecedência para a maioria dos passeios pelas adegas de champanhe em Reims. Ao planejar seu passeio pela adega, considere quanto tempo você precisará passar em cada casa e o tempo necessário para se deslocar entre as adegas. Além disso, leve em consideração o tempo para sua degustação. Você não quer ter que engolir o seu champanhe, né?!


Embora haja um restaurante em frente à Basílica de Saint Remi, não há outros lugares para comer ou comprar comida perto das casas de champanhe. A única exceção é o restaurante com preços bem salgados em Pommery.


Almoce na centro de Reims, assim como fizemos, antes de sair para as caves.


Vista-se apropriadamente. Como as adegas ficam a uma temperatura constante de 12 graus o ano todo, traga camadas, uma jaqueta, mesmo que esteja muito quente lá fora. Sapatos confortáveis ​​são essenciais!


As caves ficam a 30 metros de profundidade, e não são acessíveis. Infelizmente para cadeirantes não é um passeio muito inclusivo.


Escolha uma cave e vá explorar a cidade, achamos que se você for fazer várias o passeio pode ficar muito cansativo.


Caso você prefira mais conforto, você pode marcar um tour saindo de Paris para Reims com visita as caves.


Como visitar Reims como uma viagem de um dia saindo de Paris


É muito fácil ir de Paris à Reims, segue abaixo as opções:


  • de trem

Nós fomos de trem, o TGV (trem de alta velocidade) sai direto da Gare de L'Est e chega a Reims em 45 minutos. Trens mais lentos também estão disponíveis, com paradas. Nós compramos nossas passagens no site da Trainline, que facilita a compra de passagens de trem pela Europa toda, mesmo para quem esta fora da Europa, como no Brasil por exemplo. A confirmação é imediata e a passagem é eletrônica que vai direto no seu email. Você pode imprimir, ou salvar no seu celular. Caso você tenha o app do Trainline com nós, a passagem fica guardada lá.


Recomendamos muito que você compre a sua passagem com antecedência, porque os preços são bem mais acessíveis e dependendo de quanto tempo com antecedência você compre, você consegue comprar bilhetes de primeira classe por muito pouco ( a diferença das tarifas é irrisória). Nós pagamos EUR 39 ida e volta de primeira classe.


Algumas pessoas também aproveitam par visitar Épernay, saindo de Reims, outro grande centro de produção de champanhe (Moet Chandon). Existem ligações rápidas de 20 minutos entre as duas cidades. Mas preferimos não arriscar e focar somente em Reims. Caso você pernoite na cidade, recomendamos incluir no seu roteiro a visita.


Você pode verificar horários e custos dos trens aqui.



É até possível visitar Reims em uma viagem de um dia saindo de Londres. Os trens da Eurostar chegam à Gare du Nord, a menos de dez minutos a pé da Gare de L'Est.



  • de carro

Reims fica a apenas 154 quilómetros de Paris, por isso também vale a pena considerar viajar de carro! Você pode encontrar aluguel de carros em qualquer um dos aeroportos de Paris. Uma viagem muito fácil e direta de 1h30: saindo de Paris pelo lado leste, pegue a rodovia A4. Procure os melhores preços de aluguel de carro no Rental Cars.


É uma boa opção, considerando que você poderá dirigir pela região de Champagne e seus belos vinhedos, será seu próprio passeio por Champagne saindo de Paris.


Resumo: Nós adoramos nosso passeio de bate e volta de Paris para Reims, a região do champagne. Apesar de parecer ser corrido, conseguimos fazer tudo que queríamos e deu pra curtir um pouco a cidade.


Assista o vlog de viagem em Reims no canal do Blog EmiLou Dy By Day no Youtube aqui. Aproveite e se inscreva no canal se você ainda não for inscrito!



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